quarta-feira, 5 de maio de 2010

Educação Infantil BORBOLETA

CATIÚSSA PEREIRA KOVALSKI
PED4161/2007-2



















RELATÓRIO DE ESTÁGIO
EDUCAÇÃO INFANTIL

Relatório de Estágio em Educação Infantil do Curso de Pedagogia do Centro Universitário Leonardo da Vinci, realizado na Escola Marista São Luis, junto à professora Adelezia Rosane Moretti Hellmann.

Professora Tutora Externa: Patrícia da Silva




















INDAIAL
11/05/10
AGRADECIMENTO


Agradeço em primeiro lugar a Deus, por me dar saúde e proteção. A minha filha Brenda, pois, sem ela eu nunca teria continuado esta caminhada no curso de Pedagogia.
A professora Patrícia da Silva, pelas orientações pertinentes aos Estágios Curriculares e em todo o restante do curso, por ser além de professora, uma educadora.
Enfim, a todos que de uma maneira ou de outra, contribuíram para minha chegada até aqui.






































EPÍGRAFE











































Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo a mata. Quem tenta ajudar um broto a sair da semente o destrói. Há certas coisas que não podem ser ajudadas. Têm de acontecer de dentro pra fora. s mesmos sobre a formação. (Alves, 2004, p.18)
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 07

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 08
2.1 REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL 08
2.2 A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. 09
2.3 A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR 10
2.4 ESTAGIOS DE DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA SEGUNDO PIAGET 11

3 RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO 13

4 METODOLOGIA 14
4.1 CONTEXTOS E SUJEITOS ENVOLVIDOS 14
4.2 PLANEJAMENTO 14
4.2.1 TEMA 15
4.2.2 PROBLEMA 15
4.2.3 MOTIVAÇÃO 16
4.2.4 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 16
4.3 CONTEÚDOS 16
4.4. AVALIAÇÃO 17

5. RELATÓRIO DE INTERVENÇÃO 19
5.1 PRIMEIRO DIA DE INTERVENÇÃO 19
5.2 SEGUNDO DIA DE INTERVENÇÃO 19
5.3 TERCEIRO DIA DE INTERVENÇÃO 20
5.4 QUARTO DIA DE INTERVENÇÃO 20
5.5 QUINTO DIA DE INTERVENÇÃO 20

6 CONCLUSÃO 22

7 REFERÊNCIAS 23

8 ANEXOS 24

































1 INTRODUÇÃO

O presente estágio ocorreu na Escola Marista São Luis situada a Rua Marechal Deodoro da Fonseca, numero 520, Bairro Centro, Cidade de Jaraguá do Sul, Estado de Santa Catarina. Inicialmente agendada e realizada uma visita com a gestora da escola Viviane Manaia onde foi entregue e bem aceita a carta de apresentação. Uma breve conversação acerca dos objetivos e relevância do trabalho a ser realizado na Educação Infantil. Na oportunidade também, obtive acesso ao Projeto Político Pedagógico da escola no qual busquei fundamentar as demais etapas do estágio.

Quanto ao PPP evidencia-se claramente sua construção baseado nos parâmetros legais da LDB Nº 9394/96, segundos constas às ações ocorrem de forma coletiva e democrática. Ressaltando esse apanhado com a reflexão de Buss (2008, p.132), “a aprendizagem ocorre em razão de que a escola proporciona sentido aos alunos”. Essa reflexão nos dá a conotação da relevante preocupação qual deve ter a escola frente a sua filosofia de trabalho.





























2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA


2.1 REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL

O Referencial Curricular Nacional acabou sendo um marco, em termos de reforçar a importância da Educação Infantil. É necessário ressaltar que todas as idéias e propostas contidas no Referencial são tão-somente sugestões. Não há obrigação de segui-las. As Diretrizes são obrigatórias. O Referencial foi organizado em três volumes, sendo que o primeiro livro, denominado de Introdução, apresenta uma reflexão sobre creches e pré-escolas no Brasil.

Na parte “O professor de Educação Infantil”, afirma-se que muitos dos profissionais ainda têm formação adequada, recebem remuneração baixa e trabalham sob condições bastante precárias. A estrutura do Referencial Curricular Nacional foi pensada na intenção de tornar visível esta articulação, relacionando objetivos gerais e específicos, conteúdos e orientações didáticas. Organização por idade – 0 a 3 e 4 a 6 anos. Organização em âmbitos – de caráter instrumental e didático.Componentes curriculares – apresentam-se por meio dos objetivos, dos conteúdos e das orientações didáticas.

Os objetivos explicitam as intenções educativas e estabelecem capacidades que as crianças poderão desenvolver como conseqüência de ações intencionais do professor; auxiliam na seleção de conteúdos e meios didáticos. Os conteúdos significam que as diferentes aprendizagens se dão por meio de sucessivas reorganizações do conhecimento. Nesses termos, há: Conteúdos conceituais – conhecimento de conceitos, fatos e princípios; Conteúdos procedimentais – significa saber fazer; Conteúdos atitudinais – valores, atitudes e normas.

No capítulo dos “Objetivos Gerais da Educação Infantil” são apresentadas oito diferentes capacidades que as crianças devem desenvolver a partir da prática da Educação Infantil. São elas: Desenvolver uma imagem positiva de si (independência e confiança); Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites (hábitos de cuidado com a saúde e o bem-estar); Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças (comunicação e interação social); Estabelecer e ampliar as relações sociais (atitudes de ajuda e colaboração); Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade (participante ativo do ambiente); Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; Desenvolver e utilizar suas diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita); Conhecer manifestações culturais demonstrando interesse, respeito e participação, valorizando a diversidade.

Critérios para formação de grupos de crianças: no Referencial, aconselha-se esta relação criança/adulto: 0 a 12 meses – 6 crianças para 1 adulto (com ajudante); 1 a 2 anos – 8 crianças para 1 adulto (com ajudante); 2 a 3 anos – 15 crianças para 1 adulto; 3 a 6 anos – 25 crianças para 1 adulto São estas as questões fundamentais apresentadas no importante documento do MEC, Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, que precisam servir de balizamento mínimo à prática na Educação Infantil no nosso país.


2.2 A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Na sociedade contemporânea brasileira vive-se a perversidade de um sistema desigual e excludente, onde a pobreza e exclusão são produtos destas relações sociais. A pobreza e exclusão abrangem privações na vida dos indivíduos, submetidos aos problemas da sobrevivência.

O fato de encontrarmos listas de espera na rede municipal de educação infantil do município de Jaraguá do Sul confirma que muitas famílias carentes de direitos, excluídas do atendimento na rede municipal de creches e pré-escolas, de alguma forma têm buscado alternativas para o cuidado e educação de suas crianças pequenas.

Existe outro caminho a percorrer, talvez mais duro e difícil de trilhar, este caminho leva à busca por mecanismo legais, que acionados podem ser uma forma de garantir o direito à educação infantil às crianças de zero à seis anos. Muitas famílias têm acionado o Conselho Tutelar como parceiro na busca de uma vaga na rede de educação infantil do Município. Conforme Biaggio:

O aumento do número de crianças deficientes na educação infantil faz parte no movimento mundial pela inclusão. Mas se a política de inclusão educacional traz benefícios para todos, também lança novos desafios para instituições, professores e sociedade.

O número de crianças com algum tipo de deficiência na rede regular de ensino do País cresce a cada ano. O impacto da política de inclusão na educação infantil pode ser medido pelo crescimento das matrículas entre 2002 e 2006. A Constituição brasileira de 1988 garante o acesso ao ensino fundamental regular a todas as crianças e adolescentes, sem exceção, e deixa claro que a criança com necessidade educacional especial deve receber atendimento especializado complementar, de preferência dentro da escola. A inclusão ganhou reforços com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, e com a Convenção da Guatemala, de 2001, que proíbem qualquer tipo de diferenciação. Conforme Biaggio:

“o acesso das pessoas com deficiência ao ensino formal é garantido até pela legislação penal, pois o artigo 8o, da Lei no 7.853/89, prevê como crime condutas que frustam, sem justa causa, a matrícula de aluno com deficiência”.

Sendo assim, a exclusão é crime. Após a LDB, estas instituições devem ser regulamentadas pela educação, porém a grande parcela de recursos para não dizer a única está na Secretaria de Assistência Social. Isto ainda reflete uma tendência política, uma vez que o MEC não tem uma política clara para este nível de ensino.

Nesse sentido muitos são os desafios colocados para educadores e pesquisadores sobre infância e educação infantil, na sociedade contemporânea, num mundo globalizado, onde a pobreza e as desigualdades sociais são a tônica.


2.3 A IMPORTÂNCIA DE BRINCAR

Os tipos de brincadeira e a forma de brincar se modificam de acordo com a etapa de desenvolvimento que a criança apresenta. Criança exercita e organiza o pensamento, a noção de individualidade, a linguagem, a necessidade de perseverar entre outros. Na brincadeira a criança exprime seus medos, desejos, experiências. De forma simbólica o brinquedo torna-se um meio de expressão.

Se o brincar é algo tão importante no desenvolvimento da criança, é também fundamental para o desenvolvimento da linguagem e da fala. A adequada aquisição e desenvolvimento da comunicação dependem de vários fatores, entre eles: o biológico, o afetivo e o social. Conforme o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (Brasil,1998, p.13):

A qualidade das experiências oferecidas que podem contribuir para o exercício da cidadania, respeitando-se as especificidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas das crianças de zero a seis anos, devem estar embasadas nos seguintes princípios: O respeito à dignidade e aos direitos das crianças, consideradas nas suas diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, etnicas, religiosas, etc.; O direito das crianças a brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil; O acesso das crianças aos bens sócio culturais disponíveis, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, à comunicação, à interação, ao pensamento, à ética e à ciência. A socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas mais diversificadas práticas sociais, sem discriminação de espécie alguma; O atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade.

A criança aprende por intermédio da interação com o ambiente, essa interação é também é realizada com o ato de brincar. Brincando os pais conversam com o bebê, apresentam-lhe objetos, aos poucos será por meio do balbucio (um brincar com os sons) a criança irá imitar os sons que ouve.

No bebê, a brincadeira é uma forma de interação do adulto com ele, o bebê sozinho ainda não é capaz de simbolizar e usar a brincadeira para isso. Logo, o brincar inicial do bebê é uma experimentação do mundo, ele manuseia objetos, joga, bate, empilha explora o mundo de forma ainda primária condizente com a sua fase, denominada pelos especialistas de fase sensório-motora (etapa inicial do desenvolvimento cognitivo corresponde a aproximadamente os dois primeiros anos de vida).

Quando a criança começa a simbolizar, fase da brincadeira simbólica, construída gradativamente, propicia que a linguagem evolua com mais rapidez, assim a linguagem influencia na evolução da brincadeira e a brincadeira auxilia na evolução da linguagem.


2.4 OS ESTAGIOS DE DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA SEGUNDO PIAGET

Piaget, quando descreve a aprendizagem, tem um enfoque diferente do que normalmente se atribui à esta palavra. Piaget separa o processo cognitivo inteligente em duas palavras: aprendizagem e desenvolvimento.

Piaget, quando postula sua teoria sobre o desenvolvimento da criança, descreve-a, basicamente, em quatro estados, que ele próprio chama de fases de transição (PIAGET, 1975). Essas quatro fases são: Sensório-motor (0 – 2 anos); Pré-operatório (2 – 7,8 anos); Operatório-concreto (8 – 11 anos); Operatório-formal (8 – 14 anos);

Sensório-motor: Neste estágio, a partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio. Também é marcado pela construção prática das noções de objeto, espaço, causalidade e tempo. É assim que os esquemas vão pouco a pouco, diferenciando-se e integrando-se, no mesmo tempo em que o sujeito vai se separando dos objetos podendo, por isso mesmo, interagir com eles de forma mais complexa.
Pré-operatório: É nesta fase que surge, na criança, a capacidade de substituir um objeto ou acontecimento por uma representação, e esta substituição é possível, graças à função simbólica. Assim este estágio é também muito conhecido como o estágio da Inteligência Simbólica. Contudo, a atividade sensório-motor não está esquecida ou abandonada, mas refinada e mais sofisticada, pois verifica-se que ocorre uma crescente melhoria na sua aprendizagem, permitindo que a mesma explore melhor o ambiente, fazendo uso de mais e mais sofisticados movimentos e percepções intuitivas.

A criança deste estágio é egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro. Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação. Já pode agir por simulação, "como se". Possui percepção global sem discriminar detalhes. Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.

Operatório-concreto: Neste estágio a criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade... Sendo então capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Apesar de não se limitar mais a uma representação imediata, depende do mundo concreto para abstrair. Um importante conceito desta fase é o desenvolvimento da reversibilidade, ou seja, a capacidade da representação de uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada.
Operatório-formal: É neste momento que as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento. A representação agora permite à criança uma abstração total, não se limitando mais à representação imediata e nem às relações previamente existentes. Agora a criança é capaz de pensar logicamente, formular hipóteses e buscar soluções, sem depender mais só da observação da realidade.

Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todas as classes de problemas.




3 RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO


No dia 17/09/09 realizei a observação no Colégio Marista São Luis, juntamente a turma Infantil 3.01 Matutina, a turma é composta por catorze alunos, com a faixa etária de três e quatro anos.

A estrutura da escola é ampla, com muita ventilação, a área externa é vegetativa e com vários bancos localizados em pontos estratégicos para a recepção de pais e alunos. O espaço físico da escola é muito bem distribuído, a biblioteca possui 12.530 livros e ainda está em freqüente crescimento, ainda existem outros espaços como o Auditório, Cantina, Laboratórios de Química e Informática, Área Esportiva, Bebedouros, Sanitários, Sala de Artes, de Dança e de Projeção.

O corpo técnico-administrativo tem como representantes o Diretor Ir. Evilázio Tambosi, a Diretora Educacional Vivian Roberta Schroeder Lawin, o Gerente Administrativo José Luís Finguer, Assessoras Psicopedagógicas Ana Maria Nasato Moretti e Jaqueline C. L. Novello, Assistente Psicopedagogica Vivian Aparecida Paixão Manaia, Assessora de Pastoral Andrea Gomes Cardoso, Assistente de Estudante Maira Bachmann Wroblewski, Assistente de Relacionamento Dinara Fabiane Picinini, Assistente de Tecnologia Alexandre Marcelo Hintz, Supervisora de Atividades Complementares Márcia K. Dos Santos e Secretária Sueli Souza Silva.

A professora regente da turma do Infantil 3.01 matutino, Adelezia Rosane Moretti Hellmann é formada em Pedagogia, antes de sua formação já lecionava na escola Canguru onde leciona até hoje. A professora é muito dedicada com seus alunos, especialmente com seu aluno que tem Sindrome de Down, o qual necessita de auxilio em muitas atividades. A mesma é muito criativa com suas atividades.

A alternativa que a professora utiliza pelo número excessivo de alunos em sala é a auxiliar de sala que tem como objetivo auxiliar a professora referente ao aluno que tem necessidades especiais.



4 METODOLOGIA


4.1 CONTEXTOS E SUJEITOS ENVOLVIDOS

Este estágio na área de práticas educativas em classes de educação infantil, será realizado na Escola Marista São Luis, na cidade de Jaraguá do Sul, localizada na rua Marechal Deodoro da Fonseca, nº 520, no bairro Centro.

Este estágio será realizado no período matutino das 07 horas e 20 minutos às 11 horas e 50 minutos, do dia 21/09/2009 a 25/09/2009, na turma Infantil 3.01 na Educação Infantil que corresponde à faixa etária de 03 anos. Tendo como professora regente Adelezia Rosane Moretti Hellmann e como diretor Ir. Evilázio Tambozi.

A escola tem como missão “Tornar Jesus Cristo conhecido e amado. Formar bons cristões e virtuosos cidadões”.


4.2 PLANEJAMENTO

No primeiro dia de intervenção irei recepcionar as crianças com o DVD “Patati Patata”. Na segunda aula a turma tem Bibilioteca. Na terceira aula tem intervalo para o Lanche. Na quarta aula passarei o video Metamorfose da Borboleta da TV Cultura, Programa Cocoricó, após sentaremos em roda e conversarei sobre o video e explicarei sobre a lagarta, pulpa, borboleta, enfim a metamorfose. Cantaremos a musica Borboletinha e faremos o registro da mesma. Na quinta aula a turma tem Lanche Frutifero e após brincadeiras livres para a espera dos pais.

No segundo dia de intervenção irei recepcionar as crianças com Jogos de montar. Levarei o quadro com diversos tipos de borboletas empalhadas após recitarei a Poesia Borboletinha e faremos em grupo um desenho de jardim. Na segunda aula a turma tem Educação Física. Na terceira aula tem intervalo para o Lanche. Na quarta aula faremos borboletas confeccionadas com coador de café. Na quinta aula a turma tem Lanche Frutifero e após brincadeiras livres para a espera dos pais.

No terceiro dia de intervenção irei recepcionar as crianças com Massinha. Na segunda aula a turma tem aula de Informática. Na terceira aula tem intervalo para o Lanche. Na quarta aula entregarei três circulos para as crianças pintarem, após irei montar uma borboleta com as dobraduras. Farei contação de histórias escolhidas pelas crianças. Na quinta aula a turma tem Lanche Frutifero e após brincadeiras livres para a espera dos pais.

No quarto dia de intervenção irei recepcionar as crianças com o DVD Amigo de Deus. Na segunda aula Recortarei uma borboleta gigante para que as crianças pintem em grupo. Na terceira aula tem intervalo para o Lanche. Na quarta aula farei uma atividade com o carimbo das mãozinhas em forma de borboleta. Brincadeiras com Massinha. Na quinta aula a turma tem Lanche Frutifero e após brincadeiras livres para a espera dos pais.

No quinto dia de intervenção irei recepcionar as crianças com folhas brancas A3 e canetinhas para desenhos livres. Após faremos recorte em revistas e colagem do mesmo. Na segunda aula a turma tem aula de Educação Física. Na terceira aula tem intervalo para o Lanche. Na quarta aula farei a contação da história “Que Bicho é Esse – Ziraldo”. Na quinta aula a turma tem Lanche Frutifero e após brincadeiras livres para a espera dos pais.


4.2.1 TEMA

Borboleta


4.2.2 PROBLEMA

* A borboleta nasce pelo casulo? Ou nasce pelo ovo?
* Será que a borboleta tem boca?
* A lagarta vira borboleta?


4.2.3 MOTIVAÇÃO

Utilizar diversos materias para instigar o conhecer das Borboletas e de sua metamorfose, levar aos alunos borboletas empalhadas de diversos tamanhos.


4.2.4 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Instigar a curiosidade pelas Borboletas e pela Metamorfose, trabalhando com muitas possibilidades de exploração, primeiramente despertar o interesse dos alunos, sempre orientada pela problemática e pelos objetivos decorrentes dela.

A cada dia, fazer uma acolhida diferenciada para a recepção das crianças.

A avaliação será uma atividade intencional e diária. Acompanhando, individualmente, os alunos durante o periodo em que estarei em sala, respeitando a individualidade de cada um.

4.3 CONTEÚDOS

Os Conteúdos citados em cada linguagem estão de acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil volume III do Ministério da Educação e do Desporto, Secretária da Educação Fundamental, Brasília: MEC/SEC, 1998.

Linguagem do Movimento: Ao movimentar-se, as crianças expressam sentimentos, emoções e pensamentos, ampliando as possibilidades do uso significativo de gestos e posturas corporais. O movimento humano, portanto, é mais do que simples deslocamento do corpo no espaço: constitui-se em uma linguagem que permite às crianças agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, mobilizando as pessoas por meio de seu teor expressivo (p.15). Atividades: Jogos e encenação de histórias.

Linguagem da Música: Ouvir música, aprender uma canção, brincar de roda, realizar brinquedos rítmicos, jogos de mãos etc., são atividades que despertam, estimulam e desenvolvem o gosto pela atividade musical, além de atenderem as necessidades de expressão que passam pela esfera afetiva, estética e cognitiva (p.48). Atividades: Cantigas, brincadeiras que envolvam as músicas.

Linguagem das Artes Visuais: O trabalho com as Artes Visuais na educação infantil requer profunda atenção no que se refere ao respeito das peculiaridades e esquemas de conhecimento próprios à cada faixa etária e nível de desenvolvimento (p.91). Atividades: Pinturas, colagem, recorte e utilização de massinha.

Linguagem Oral e Escrita: A linguagem oral está presente no cotidiano e na prática das instituições de educação infantil à medida que todos que dela participam: crianças e adultos, falam, se comunicam entre si, expressando sentimentos e idéias. As diversas instituições concebem a linguagem e a maneira como as crianças aprendem de modos bastante diferentes (p.119). Atividades: Conversas, leitura de histórias e reconto das histórias pelas crianças.

Linguagem da Natureza e sociedade: O mundo onde as crianças vivem se constitui em um conjunto de fenômenos naturais e sociais indissociáveis diante do qual elas se mostram curiosas e investigativas. Desde muito pequenas, pela interação com o meio natural e social no qual vivem, as crianças aprendem sobre o mundo, fazendo perguntas e procurando respostas às suas indagações e questões (p. 163). Atividades: Conversas e observação da paisagem que envolve o tema.

Linguagem de matemática: Fazer matemática é expor idéias próprias,escutar as dos outros, formular e comunicar procedimentos de resolução de problemas, confrontar, argumentar e procurar validar seu ponto de vista, antecipar resultados de experiências não realizadas, aceitar erros, buscar dados que faltam para resolver problemas, entre outras coisas (p.207). Atividades: Associações e comparações


4.4. AVALIAÇÃO

A avaliação deste projeto se faz presente na vida de todo educador e de todo educando. E esse processo avaliativo será continuo, levando em consideração os processos vivenciados pelas crianças no decorrer do projeto.

Segundo os RCN para Educação Infantil (1998, p. 157) “A avaliação é um importante instrumento para que o professor possa obter dados sobre o processo de aprendizagem de cada criança, reorientar sua prática e elaborar seu planejamento, propondo situações capazes de gerar novos avanços na aprendizagem das crianças”.

Para a avaliação deste estágio serão considerados a participação, o envolvimento e o comprometimento de cada um. E seu objetivo principal e o acompanhamento do processo de desenvolvimento da criança.

























5 RELATÓRIO DE INTERVENÇÃO


5.1 PRIMEIRO DIA DE INTERVENÇÃO

No dia 21.09.2009 ao chegar em sala me apresentei e deixei-as em recepção até as oito horas como me pediu a professora de turma, duas crianças pediram folhas para desenhar, então, mudei o acolhimento para desenhos livres, várias crianças foram chegando. Levei todas ao banheiro para higiene, após fomos a biblioteca, a professora de turma “Zane” procedeu como de costume com a turma, entregando uma pilha de livros para as próprias crianças escolherem o livro que queriam levar para casa, a mesma contou a história “Quem tem medo de Bruxa”, após nos dirigimos a sala de aula, onde os alunos pegaram suas lancheiras e fomos para o refeitório, após o lanche escovaram os dentes e aguardamos em sala a vacinação contra a Paralisia Infantil.

Contei a história “O bichinho que queria crescer” de Ziraldo. Expliquei sobre a lagarta, pulpa e borboleta após assistimos o vídeo “A História da Borboleta” do Cocoricó. Entreguei a cada criança dois círculos para que colorissem e depois montarmos a borboleta. Após todos colorirem mostrei como dobrar o circulo para colar, todos tentaram, auxiliei cada um na dobradura e na colagem. Pedi para que desenhassem flores, sol e conforme eles iam desenhando fui distribuindo flores de e.v.a. e cada criança foi colando as flores no desenho.
Fomos ao refeitório comer o lanche (fruta). Fomos até a capela da escola, vários alunos questionaram o que era aquele livro (Biblia) expliquei pedindo auxilio para a professora Zane. Na volta deixei-os com brincadeiras livres.

5.2 SEGUNDO DIA DE INTERVENÇÃO
No dia 22.09.2009 ao chegar em sala distribui alguns brinquedos na sala e alguns alunos foram chegando. Após a chegada mostrei a eles um quadro com muitas borboletas empalhadas, as crianças ficaram fascinadas, diziam “esta é azul!”, “aquela é pequeninha!”, “esta tem pêlos”... Deixei um bom tempo o quadro na sala, mas logo retirei com medo do vidro, pois tinha o perigo de se apoiarem e quebrarem o vidro, assim, se machucando.

Levei o vídeo “Patati-Patatá”, onde as crianças dançaram, cantaram e brincaram. Após fomos brincar com massinhas e forminhas. Educação Física, acompanhei a turma junto a professora Virlei, pois a turma, tem uma criança especial, com síndrome de Down e síndrome de West, tendo dificuldades de locomoção, esta criança necessita de auxilio em tudo, inclusive no lanche, onde recebe tudo na boca em forma de papinha.

Após o lanche entreguei papel A4 e tinta guache para as crianças colorirem, após, chamei de um por um para pintarem a mão em forma de carimbo de borboleta. Após fomos comer a fruta e na volta brincadeiras livres.

5.3 TERCEIRO DIA DE INTERVENÇÃO

No dia 23.09.2009 ao chegar em sala entreguei brinquedos para a recepção e aguardo do restante dos alunos. Informática, acompanhei a turma juntamente a professora Zane, no laboratório de informática a professora Camila auxiliou no inicio do jogo “Coelho Sabido”, cada criança em um computador conseguia de maneira maravilhosa executar os comandos que o jogo pedia, alguns com dificuldade no mouse, utilizavam teclas de atalho fascinadamente.

Fomos ao refeitório para o lanche. Fizemos toda higiene, inclusive bucal. Li a poesia “O Nascimento da Borboleta” e pedi para que em grupo fizéssemos um desenho de um jardim ao redor de toda a poesia.Hora do lanche, fruta. Brincadeiras com massinha e forminhas, todos tentaram fazer de massinha uma lagarta.

5.4 QUARTO DIA DE INTERVENÇÃO

No dia 24.09.2009 recepcionei as crianças com diversos jogos de montar, quebra-cabeças, blocos... Após brincadeiras livres, fizemos um trenzinho com as cadeiras em sala e cantamos várias musicas. Trouxe uma caixa cheia de fantasias para as crianças brincarem. Fomos ao refeitório para o lanche. Após fomos ao parque externo. Fomos ao refeitório para comer a fruta. Brincadeiras livres com as crianças em sala.

5.5 QUINTO DIA DE INTERVENÇÃO

No dia 25.09.2009, sexta-feira, era o dia do brinquedo, onde cada criança pode levar para a escola um brinquedo de casa e dividir com os amiguinhos em sala. Educação Física, acompanhei a professora Virlei com a turma e a professora Zane, foi ao encontro da coordenadora para elaboração e avaliação do seu planejamento semanal, todos os professores tem um horário de educação física por semana para elaboração juntamente a coordenação do seu planejamento de sala.

Haviam dois alunos de aniversário no mês de Setembro, então, toda ultima sexta-feira do mês é comemorado todos os aniversários do mês que passou, as mães enviaram bolo, salgadinhos e sucos para o lanche das crianças, cantamos os parabéns, foi muito divertido. Após fizemos toda a higiene, inclusive dental. Como já estava na hora da maioria das crianças irem embora, finalizei meu projeto agradecendo as crianças e a professora.























6 CONCLUSÃO

Este Estágio em Educação Infantil iniciou-se com o tema Borboleta pois, a turma Infantil 3.01 matutino tinha um projeto desde o início do ano sobre preferências dos alunos, dentre estas havia alimento preferido, brinquedo, brincadeira, musica, história e desenho.

Iniciei este projeto conversando com a professora Adelezia e a mesma me pediu para aplicar este estágio sobre Borboletas pois era a preferência de musica de uma de sua aluna. Iniciei pensando em trazer bastantes histórias para as crianças sobre as borboletas, mas vi que todas estas falavam sobre lagarta então, aprofundei meu projeto para a metamorfose completa da borboleta.

Os alunos ficaram maravilhados enquanto contava as histórias e quando trouxe para a sala o quadro com as borboletas empalhadas. Conforme Rubem: “Gosto de ver casulos de borboletas. Lagartas feias que adormeceram, esperando a mágica da metamorfose. De fora olhamos e tudo parece imóvel e morto. Lá dentro, entretanto, longe dos olhos e invisível a vida amadurece vagarosamente.”

Acredito, mais firmemente, que a educação é o caminho para um mundo melhor e o professor é um agente principal neste processo.














7 REFERÊNCIAS


ALVES, Rubem. Presente: Frases, idéias, sensações... Campinas, São Paulo: Papirus, 2004.

ARROYO, Miguel Gonzáles. Ofício de mestre: imagens e auto-imagens. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 2000


BIAGGIO, Rita de. A inclusão de crianças com deficiência cresce e muda a prática das creches e pré-escolas. Disponível em: . Acesso em 10 set. 2009.


BUSS, Rosinete. Gestão Escolar. Indaial: Asselvi, 2008.


GONÇALVES, Renata. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Disponível em: . Acesso em 09 set. 2009.


MACEDO, Lino. Ensaios Construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.


Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. V.I.


PIAGET, Jean. A Equilibração das Estruturas Cognitivas. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.


PINTO, Ziraldo Alves. O Bichinho que Queria Crescer. São Paulo: Melhoramentos, 2000.













8 ANEXOS

Um comentário:

  1. GOSTEI MUITO DO SEU RELATORIO DE ESTAGIO,ESTAVA BEM EM DUVIDA COM FAZER O MEU,TIVE UMA BASE BOA COM O SEU.OBRIGADA POR COMPARTILHAR.SÓ TENHO UMA DUVIDA QUANTO A ENFASE PEDAGOGICA DAS CRINÇAS,NA QUAL AINDA NÃO CONSEGUI FAZER A MINHA.ABRAÇOS.

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